sexta-feira, 1 de maio de 2009

Teorias Antiautoritárias

OLÁ!!

Como todos sabem, nesta unidade estamos tratando das Teorias da Educação. Bem... nosso grupo ficou com as teorias antiautoritárias e para naum colocar todo o resumo e ficar cansativa a leitura, colocaremos somente algumas partes.

A principal crítica feita à escola tradicional foi os seus modelos autoritários impregnados de dogmas e regras, sendo denominada pejorativamente de “escola-quartel”. Assim, pedagogos, desejosos de reverter essa situação, recusam o exercício do poder e volta-se para uma educação em liberdade e para a liberdade. Todo aluno deveria ser educado sem pressão para obter uma maturidade sadia.


Pincipais características
Relação Professor x Aluno: Centrada no aluno, sendo o professor o facilitador da
aprendizagem.
Papel da Escola: Formar atitudes.
Metodologia: Técnicas com vista a um melhor relacionamento interpessoal. Autogestão, autoconstrução. Prioriza-se o desenvolvimento das relações e da comunicação.
Avaliação: Auto-avaliação. Autocrítica.
Principais representantes
Carl Rogers (1902 – 1987)
Para Roger, cada pessoa possui em si mesmo as respostas para as suas inquietações e a habilidade necessária para resolver os seus problemas. O papel do educador seria criar condições para o aluno se guiar por conta própria, sendo na verdade um facilitador e oferecendo recursos.


A. S. Neil (1883 – 1973)
Dirigiu a escola de Summerhill chegando a escrever suas experiências em tal escola no livro “Liberdade Sem Medo”. Seus métodos incluíam a abolição dos exames e da obrigatoriedade de assistir as aulas. As regras eram escolhidas pelos próprios alunos em assembléia.


Francisco Ferrer Guardia (1859 – 1909)
Considerou o papel social da escola no ambiente de transformações políticas, criticando a atuação do Estado e da Igreja na educação.

As pedagogias institucionais
A pedagogia institucional antiautoritária é baseada em um caráter dinâmico,ou seja ,que está sempre em análise para se renovar.
No Brasil, a teoria não-diretiva foi trazida pelos imigrantes espanhóis e italianos que influenciados pelos ideais anarquistas levaram suas idéias para jornais, sindicatos,bibliotecas e escolas difundindo assim a pedagogia. Nessa época o maior representante no Brasil foi José de Oiticica Professor do Colégio Pedro 2º, que ousou aplicar os princípios libertários em suas aulas, seu fim foi o exílio.

Críticas
As inevitáveis críticas existem pelo fato de igualar o professor à figura do aluno e por não repassar a cultura acumulada. O risco de deixar os alunos aos seus desejos imediatos seria grande, pois nem sempre eles conseguiriam livrar-se sozinhos dos preconceitos e pressupostos característicos da ideologia.

2 comentários:

Rafael Amorim disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rafael Amorim disse...

Interessante sua crítica! Realmente concordo que não devemos deixar o aluno ao bel-prazer de suas conjecturas , pois isso poderia leva-lo à extremos que ele (aluno) talvez não conseguisse lidar por falta de maturidade. Os pensamentos humanos devem ser guiados por um equilibrio, uma vez que não sabemos na íntegra o que se passa na mente dos participantes. Não sabemos suas histórias, seus discursos interiores se são benéficos ou não!! O educador com certeza é imprescíndivel na administração do universo sala de aula, onde o mesmo pode se utilizar dessas ferramentas filosófixas para schegar ao resultado estimado.